Sinopse: Nos últimos 50 anos, "As Crônicas de Nárnia" transcenderam o gênero da fantasia para se tornar parte do cânone da literatura clássica. Cada um dos sete livros é uma obra-prima, atraindo o leitor para um mundo em que a magia encontra a realidade, e o resultado é um mundo ficcional que tem fascinado gerações. Esta edição apresenta todas as sete crônicas integralmente, um único volume magnífico. Os livros são apresentados de acordo com a ordem de preferência de Lewis, cada capítulo com um ilustração do artista original, Pauline Baynes. Enganosamente simples e diretas, "As Crônicas de Nárnia" continuam cativando os leitores com aventuras, personagens e fatos que falam a pessoas de todas as idades, mesmo 50 anos após terem sido publicadas pela primeira vez.
Foram 752 páginas que demoram mais para ser lidas, do que realmente mereciam. O livro é muito bom, porém extenso, são 7 crônicas organizadas cronologicamente para que se possa compreender toda a Nárnia, com letras pequenas e espaçamento menor.
O Sobrinho do Mago - A primeira crônica trás o surgimento de Nárnia, a primeira passagem do homem ao mundo fantástico, o primeiro encontro com o Leão e como a Feiticeira branca se instalou.
O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa - O primeiro filme da adaptação da série, foi melhor que o livro propriamente, o que foi uma novidade para mim, normalmente depois de ler o livro, o filme torna-se uma porcaria, nesse caso fiquei até decepcionada, pois esperava mais do livro.
O Cavalo e Seu menino - Achei a pior crônica, pouco contribuiu para todo o enredo do livro, contou a história de um príncipe da Arquelândia que foi prometido como o Herói daquela terra, porém, após uma tentativa de morte, Aslan o enviou ainda bebe a cidade dos Calormanos como um pobre coitado. Depois de crescido, com ajuda de seu cavalo retornou a Arquelândia e cumpriu o seu destino.
O Príncipe Caspian - Outro que foi melhor adaptado ao cinema, porém a história é bem diferente da contada no livro, neste a crônica é mediana.
O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa - O primeiro filme da adaptação da série, foi melhor que o livro propriamente, o que foi uma novidade para mim, normalmente depois de ler o livro, o filme torna-se uma porcaria, nesse caso fiquei até decepcionada, pois esperava mais do livro.
O Cavalo e Seu menino - Achei a pior crônica, pouco contribuiu para todo o enredo do livro, contou a história de um príncipe da Arquelândia que foi prometido como o Herói daquela terra, porém, após uma tentativa de morte, Aslan o enviou ainda bebe a cidade dos Calormanos como um pobre coitado. Depois de crescido, com ajuda de seu cavalo retornou a Arquelândia e cumpriu o seu destino.
O Príncipe Caspian - Outro que foi melhor adaptado ao cinema, porém a história é bem diferente da contada no livro, neste a crônica é mediana.
O Peregrino da Alvorada - A história é ótima, corrida e animada, cheia de batalhas, novos seres, novas fantasias, e o ratinho Ripchip é um poço de coragem e companheirismo.
A Cadeira de Prata - A melhor, acredito que logo haverá a adaptação para o cinema, conta a história de Eustáquio e Jill em busca do ultimo herdeiro do Rei Caspian, atravessam tempestades de neve, a cidade dos gigantes, o submundo, o fundo da terra. Das crônicas foi a que mais me prendeu atenção.
A Batalha Final - Eu esperava um pouquinho mais do final desse mágico livro, foi um pouco decepcionante, houve batalhas, perdas, heroísmo, mas ficou faltando algo, porque não terminou direito o ciclo Nárnia, não me transmitiu a sensação: "acabou" como na maioria das sagas transmite. Mas é um final bonito.
A Cadeira de Prata - A melhor, acredito que logo haverá a adaptação para o cinema, conta a história de Eustáquio e Jill em busca do ultimo herdeiro do Rei Caspian, atravessam tempestades de neve, a cidade dos gigantes, o submundo, o fundo da terra. Das crônicas foi a que mais me prendeu atenção.
A Batalha Final - Eu esperava um pouquinho mais do final desse mágico livro, foi um pouco decepcionante, houve batalhas, perdas, heroísmo, mas ficou faltando algo, porque não terminou direito o ciclo Nárnia, não me transmitiu a sensação: "acabou" como na maioria das sagas transmite. Mas é um final bonito.
4 estrelas
"Como Tolkien, C. S. Lewis redefiniu a natureza da fantasia, acrescentando riqueza, beleza e dimensão... Nos nossos tempos, todo reino da fantasia deve ser avaliado em comparação com Nárnia."
- Lloyd Alexander
"Como Tolkien, C. S. Lewis redefiniu a natureza da fantasia, acrescentando riqueza, beleza e dimensão... Nos nossos tempos, todo reino da fantasia deve ser avaliado em comparação com Nárnia."
- Lloyd Alexander

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